Ajudem me Tágides para que eu tenha inspiração para escrever este post…
Sim, na verdade Camões teve muito mais jeito do que eu para escrever, contudo, se por um lado ele teve olho para a escrita, não teve olho para o negócio. Primeiro porque morreu na miséria, e depois porque só tinha mesmo um olho - uma vez que perdeu o outro na guerra (também no meio daquela confusão como é que seria possível encontrar alguma coisa… a minha mãe diz me sempre k vai ao meu quarto:”isto parece a guerra”, por isso eu sei bem como é… até estou a ver o Camões a perguntar: “Oh Kiko viste aí o meu olho?” e o Kiko: “Não… E tu viste o meu coiso?”… lóle xisdê). Por falar em nada, sobre esta afirmação de “ter olho pró negócio” é preciso ter cuidado com quem a empregamos. Nada de dizer a um cego ou a uma prostituta que têm “olho pó negócio”, acreditem em mim, não dá bom resultado, mas também não se preocupem muito porque o máximo que pode acontecer é eles vos baterem e pensem positivo, no caso do cego duvido que ele acerte, no caso da prostituta pelo menos é de graça, dois pontos hífen abrir parênteses. Uma vez que vocês falaram em prostitutas, deixem-me explicar-vos o facto de que quando vemos uma prostituta nunca estar uma bomba de gasolina por perto. Não é óbvio? Porque nas bombas de gasolina são elas a pagar para que lhe encham o depósito, ponto e virgula pê. Digam agora lá se elas não têm “olho pó negócio”? han? (parece que estou a ver uma prostituta a perguntar: “Oh Kiko queres encher-me o depósito?” e o Kiko apontando para a boca: “Não… ando à procura do meu coiso… só se quiseres que te encha os pneus!”).
Sim, na verdade Camões teve muito mais jeito do que eu para escrever, contudo, se por um lado ele teve olho para a escrita, não teve olho para o negócio. Primeiro porque morreu na miséria, e depois porque só tinha mesmo um olho - uma vez que perdeu o outro na guerra (também no meio daquela confusão como é que seria possível encontrar alguma coisa… a minha mãe diz me sempre k vai ao meu quarto:”isto parece a guerra”, por isso eu sei bem como é… até estou a ver o Camões a perguntar: “Oh Kiko viste aí o meu olho?” e o Kiko: “Não… E tu viste o meu coiso?”… lóle xisdê). Por falar em nada, sobre esta afirmação de “ter olho pró negócio” é preciso ter cuidado com quem a empregamos. Nada de dizer a um cego ou a uma prostituta que têm “olho pó negócio”, acreditem em mim, não dá bom resultado, mas também não se preocupem muito porque o máximo que pode acontecer é eles vos baterem e pensem positivo, no caso do cego duvido que ele acerte, no caso da prostituta pelo menos é de graça, dois pontos hífen abrir parênteses. Uma vez que vocês falaram em prostitutas, deixem-me explicar-vos o facto de que quando vemos uma prostituta nunca estar uma bomba de gasolina por perto. Não é óbvio? Porque nas bombas de gasolina são elas a pagar para que lhe encham o depósito, ponto e virgula pê. Digam agora lá se elas não têm “olho pó negócio”? han? (parece que estou a ver uma prostituta a perguntar: “Oh Kiko queres encher-me o depósito?” e o Kiko apontando para a boca: “Não… ando à procura do meu coiso… só se quiseres que te encha os pneus!”).
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